Mochilão 21º Dia – Veneza

Dormir mal a noite, acordei diversas vezes  e todas as vezes que acordei estava caindo uma chuvarada! Choveu a madrugada toda e quando levantamos no dia seguinte toda animada para ir para Murano o plano falhou!

Choveu tanto que o nível da água subiu de mais a ponto que nenhum vaporeto (meio de transporte de lá) estava trafegando entre as ilhas e todas as ruas estavam alagadas. Era impossível caminhar sem molhar os pés, as lojas, cafés tudo estavam completamente alagados.

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Não dá pra ver direito mas ai estava com muita água!

As pessoas para poder caminhar entre as ruas compravam umas botas de plástico

 

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As botas

E em algumas ruas onde enchia mais, colocavam essas passarelas para as pessoas andarem em cima. Essa foto foi batida na noite anterior, parece mais que eles já sabiam que ia chover e agente nem se ligou nisso.

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Teve uma hora que começou a chover forte então ficamos na estação de trem, não dava pra voltar pro hostel pois o caminho estava alagado nem tínhamos outro canto pra ir. Eu estava mega triste por não poder ir a Murano, queria muito ver as fábricas trabalhando no vidro. Fiquei sentada na escadaria da estação de trem vendo a movimentação… os Italianos de terno e bota de plástico indo trabalhar andando pela passarela as pessoas tirando a água do seus estabelecimentos na forma mais natural que você possa imaginar, como se aquilo fosse mega normal… Teve uma hora que passei em frente a um café que estava com a água no joelho e em pé no balcão estava um cara em pé tomando café dentro d’água batendo o maior papo com o atendente como se não existisse água ali…. fiquei parada olhando eles, me arrependi de não ter tirado uma foto mas estava chovendo e eu não estava muito afim de molhar minha máquina…

Chegou a hora do almoço entramos num restaurante… nesse momento me lembrei que durante todo o mochilão só aqui na Itália que eu vim fazer uma refeição dentro de restaurantes e não comprando comida e lanches em mercado, assunto esse que rendeu no almoço eu e Carol contando a Lilli pelo que já tínhamos passado no nosso mochilão.

Depois de enrolar bem muito no almoço esperando a chuva passar, ela deu uma trégua e resolvemos andar pelas ruas pra vê como estava a situação

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Uma barraquinha vendendo roupas

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Isso era uma café, achei tão lindo a decoração que resolvi fotografar

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O café, cheio de lama ainda pela chuva

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Linda decoração

Já que não podia ir para Murano, vamos bater foto…

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Em algumas ruas a água ainda estava com o nível alto

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As janelas venezianas

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Fiquei me perguntando como estaria a situação por dentro dessa casa…

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Tá vendo a parte mais escura na parede, perto da janela do primeiro andar? Foi ali que a água bateu durante a madrugada….

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A noite voltamos pra estação de trem, nosso trem partia rumo a Florença as 19:30.

 

Apesar de não ter ido a Murano foi legal vê um dia típico e normal dos Italianos que moram em Veneza e como agem com suas ruas alagadas…

Agora era rezar para em Florença não está caindo um pé d’água .

 

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Mochilão 20º Dia – Veneza

Chegamos em Veneza já era noite, faltava 15 para 23:00, saímos da estação de trem central e bati de frente com uma coisa linda de se ver aquela água passando no meio de uma ponte… depois de se recuperar da imagem era hora de catar nosso hostel. Quando fechei o hostel eu sabia que teríamos um certo trabalho, pois o “escritório” para o check-in era em um local e o quarto ficava em outro, isso estava claro no site mas como não tinha outro como melhor opção arrisquei esse mesmo. Achar o escritório não deu muito trabalho apesar de ser noite e Veneza não ajuda com placas em sinalizações eu tinha as diretrizes certinhas. Chegamos no escritório e fizemos o check-in a mulher era grossa e pediu nossos passaportes nos deu um mapa da cidade, nos mostrou como chegar onde ficava os quartos o que tinha por perto e pronto. Lá fomos nós… o quarto não era tão perto mas tb não era tão longe, andamos por volta de uns 15 a 20 min nos perdemos e nos achamos até que encontramos o prédio onde ficava os quartos. Não sei exatamente se os outros apartamentos era do hostel, pegamos um quarto para 6 pessoas misto.

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Vista da entrada 3 camas e os armários ao fundo

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As outras 3 camas e o banheiro

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De outro angulo

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Vista do banheiro

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O box, mega apertado, o banheiro era grande!

Como já era tarde, apenas tomamos banho e dormimos.

No dia seguinte acordamos cedo e fomos conhecer a cidade, a água estava linda e verdinha cidade encantadora… e tomeee foto!

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Várias lojas bonitas e algumas delas vendendo as famosas máscaras de carnaval

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Andamos mais e mais e fomos bater foto com o gondoleiro que tentou de tudo para agente dá uma voltinha baixando de 120,00 euros o casal para 80 e depois para 60. Gosto muito de Carol mas andar de Gôndola só com meu marido hehehe!

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E como eu não cansava de bater foto na cidade…. mas fotos!

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Fomos a praça de São Marcos

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Era hora de fazer uma pausa pra lanchar, parei numa pracinha lindinha

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Cheia de pombos, comecei a comer e claro juntou um monte

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IMG_6557 Já tínhamos andando um monte, como a localização do hostel era muito boa no centro perto de tudo resolvemos da um pulo no hostel.
Descansamos um pouco e  lá conhecemos a Lili, uma brasileira que tb morava em Dublin e que estava viajando pela Itália sozinha, se juntou a nós e fomos passear novamente.

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Lili, Carol e Eu

Resolvi tomar um gelato, esse estava bom, fez jus a origem. Jantamos uma pasta estava boa, mas nada de mais meu marido cozinha uma tão bom quanto!

Os Italianos realmente são bem saidinhos e vários encaravam a gente ou soltava alguma indireta em Italiano que não faço idéia o que significa.

A cidade a noite fica linda e mais fotos foram tiradas….

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Depois disso voltamos pro hostel, hora de dormir a idéia do dia seguinte era ir para Murano a capital mundial do Vidro.

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Mochilão 19º Dia – Milão

Passamos a noite no aeroporto de Budapeste, o aeroporto era pequeno e não tinha muito o que olhar ou onde ficar, sentamos no chão em algum acanto e esperamos a noite passar. Devo ter tirado um coxilo ou outro, peguei meu caderninho e escrevi algum post desses da viagem.

Até que finalmente deu 5 da manhã deu a hora do check-in a cia aérea que fazia o voo para Milão se chamava Wizz. Eu nunca tinha ouvido falar dela comprei as passagens marquei a bagagem gratuita como fazíamos com as demais e pronto. Na hora da fila pra fazer o check- in tinha uma garota da Cia olhando as passagens e ao lado dela uma gaiola para por a bagagem. Olhei, olhei de novo e pensei… Fudeu! Minha mochila não entra ali nem por milagre! Segui na fila até que chegou nossa vez, ela olha nossa passagem olha pra mochila e manda a gente passar e pegar a fila da direita. UFA passamos, pensei! Mera ilusão. Na fila da direita tinha uma outra garota re-olhando todas as mochilas e mandando botar na gaiola, só que não era uma gaiola, tinham 3 delas, uma pequena que cabia uma mochila de escola, uma média e uma grande. Chegou nossa vez a mulher olha pra minha cara e pra minha mochila e diz que a minha passagem da direito apenas a bagagem pequenininha. Ô beleza! Ela manda eu tentar colocar minha mochila na gaiola média, minha mochila estava toda compactada e arrumadinha então consegui enfiar ela na média, ficou na medida certinha mesmo assim não escapei da multa, paguei 45 euros ai meu bolso. Com Carol foi pior, apesar dela ter uma mochila igual a dela estava mais estufada e desarrumada por dentro e pra ajudar tinha a mochilinha pendurada no lado de fora, ela jogou na gaiola média mas não entrou com isso pagou 70 euros. Simbora tinha o que fazer não pagamos e seguimos as 06:05 levantamos voo e por volta das 07:50 chegamos no aeroporto de Milão.  No aeroporto pegamos um trem rumo a estação central, na estação fizemos praticamente um tour dentro dele catando o lugar onde deixava as bagagens guardada já que não iríamos dormir em milão, passaríamos apenas o dia lá e a noite partiríamos! Depois de muito rodar conseguimos achar o local das bagagens, deixamos nossas mochilas pegamos o trem rumo ao centro de Milão.

Milão é mega pequeno um dia inteiro é mais que o suficiente pra vê os principais pontos da cidade, pegamos o trem e caímos na estação central saindo da estação demos de cara com o Duomo – a Catedral de Berlin, grande, poderosa e linda!

 

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Duomo

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Ainda estava vazio, era cedo!

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A Catedral é mega hiper detalhada, de suas paredes a sua porta.

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Detalhe da parade

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Detalhe do portão

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Mais do portão

As pessoas chegam no portão e tocam no joelho e na perna das imagens e fazem pedido, com isso essa região tem uma cor diferente de tanto que as pessoas pegam! Eu claro fiz lá meu pedido!

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O joelho e a perna mais brilhosa

Após ver a Catedral tentamos consegui um mapa da cidade, foi em vão, nunca vi uma cidade tão difícil de se achar um mapa. Seguimos sem mapa mesmo. Do ladinho do Duomo tinha a Galleria Vittorio Emanuele, que nada mais é um centro de compras de marcas caríssimas.

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Galeria Vittorio Emanuele

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Dentro da galeria

Dentro da Galeria tem um touro no chão que reza a lenda que você pisa no testículos do touro e da 3 voltinhas e faz um desejo.

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O touro e um buraco de tanto o povo pisar.

De criança…

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A senhores.. todo mundo quer pagar o mico…

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E claro eu não ia deixar de dá minhas voltinhas….

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Depois disso seguimos por trás da Galeria e chegamos na Piazza della Scala onde tem uma monumento em homenagem a  Leonardo da Vinci e seus pupilos

 

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Eu e o Leo

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Uma Rosa sozinha pertinho do Leonardo, achei bonita e fotografei

Após de cumprimentar o Leo seguimos para a Piazza del Liberty, eu queria conhecer a loja da Ferrari!

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Lindona a loja!

Depois de andar mais um pouco e sempre cair na praça do Leonardo da Vinci ou no Duomo, tipo todo lugar na venda, todo lugar cai no Duomo.

Batemos umas fotos noturnas e fomos jantar…

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Sentamos num restaurante que tinha umas mesinhas no lado de fora e pedimos uma lasanha! Sei lá né Itália… pizza… massa… pensei que a lasanha cairia bem! Decepção total, só não estava pior porque eu tava com fome!  Após isso resolvi pegar um Gelato, que também é mega famoso na Itália! Outra decepção ruim ruim ruim! Em Dublin tem uma gelateria Italiana muito boa então minha referência era ela. Quem sabe em outra cidade da Italália né??

Depois da nossa janta voltamos para estação central pegamos nossa bagagem e esperamos nosso trem rumo a Veneza.

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Mochilão 18º Dia – BudaPeste

Pouco texto e muita foto!

Acordamos tarde no outro dia, tínhamos explorado boa parte do roteiro. Nosso segundo dia seria no lado Buda, muito bonito por sinal.

Conhecemos o Parlamento…

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A ponte das correntes…

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Andamos de Funicular, um mini trenzinho que funciona desde 1870, ele nos levava para a parte alta da cidade fornecendo uma visão linda!

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O ticket

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O Funicular

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vista de cima

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mais uma!

Depois demos uma olhada no Castelo de Buda

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Até que começou a escurecer e eu teimei que queria da uma volta no rio Danúbio hehe

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Compramos um cachorro quente e embarcamos numa barca que dava uma volta de 1h pelo rio Danúbio mostrando os principais pontos da cidade.

A cidade a noite fica uma coisa linda de se ver!

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Deposi de ver essa beleza de cidade era hora de voltar no hostel pegar nossas coisas e nos mandar pro Aeroporto. Cabou a boquinha de viajar de trem. Nossa saída para o aeroporto foi um pouco tensa, a linha de metrô que ficava ao lado do hostel e nos levava ao aeroporto estava interditada e não tínhamos a menor ideia de como ir por outra linha. O cara no metrô tentou nos orientar dizendo que com o ticket do metro a gente pegava o ônibus sei lá qual descia sei la onde, pegava outro ônibus e depois outro metro da outra linha. FUDEU! Eram por volta das 23hs tínhamos tempo nosso voo só saia rumo a Itália as 6hs da manhã, porém não tem metrô o tempo inteiro o ultimo partia para o aeroporto perto da meia noite, o problema era conseguir informações essa hora da noite. Saímos do metro e voltamos a rua tentando uma luz ou alguém que nos explicasse de forma mais simples como conseguir chegar no aeroporto. Pegamos o mapa do metrô tentando ver qual linha se cruzava com a que estava interditada arrumando um jeito de chegar no aeroporto até que um cidadão surge sabe lá de onde que sabia falar português. Oh Glória!!!

Ele nos explica bem calmamente que a linha está interditada e que podíamos pegar o tal ônibus, descer sei la onde e por ai vai! Pergunto a ele se não tinha outra alternativa… ele nos olha um tempinho, olha pra mochila e diz, até tem mas vão ter que andar um pouquinho! Oi??? Tá aqui quem mais anda! Ele nos mostra no mapa o caminho que tem que seguir a a outra linha que nos leva pra linha do aeroporto. Eu e Carol não pensa nem 2x  pernas pra que te quero, pra o que a gente já tinha caminhado no primeiro dia isso ai seria fichinha!

Caminhamos, caminhamos e caminhamos até que encontramos a outra linha, pegamos o metrô e nos mandamos rumo ao aeroporto para passar mais uma noite lá.

Eita saudade…. revivendo essas histórias!

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Mochilão 17º Dia – BudaPeste (Parte 2)

Quando coloquei BudaPeste no roteiro eu só sabia uma coisa de lá – Banhos termais. E eu claro coloquei no meu roteiro pra tomar um banho no maior complexo de banho da Europa!

Após fazer o check-in no hostel o pessoal de lá indicou um walking tour com direito ao ingresso para entrar no banho termal, o valor era bom então resolvemos pegar, apesar de eu ter feito um roteiro bom para um dia pro lado Buda e o outro pro lado Peste. Pegamos o mapa da cidade e fomos procurar a praça de onde saia o tour. Ficamos lá um tempo batendo umas fotos…

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Até que vimos 2 garotas com a camisa do tour, fomos até lá e avisamos que iríamos para o tour, ela pede pra esperar pra vê se chegaria mais gente… ficamos la papeando e olhando o movimento até que não apareceu ninguém kkkkk, pois é,  o tour se resumiu apenas a eu, carol e a garota.

Até que não foi ruim, ela falou sobre a cidade o que passou de ruim na época da perseguição dos judeus, pois lá tinha bastante refugiados

Nos mostrou a estátua em homenagem a Kálmán, um compositor Judaico de muito sucesso…

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Eu e Kálmán

Depois conhecemos o Hungaro que inventou o sistema Dó Ré Mi Fá Só Lá Si – Eu nunca tinha parado pra pensar que alguém que inventou isso…

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O tio Dó Ré Mi

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Ele de novo

Depois ela nos levou numa área onde ainda mostra os tiros da época da guerra. Disse que eles mantém até hoje para não esquecerem o que passou e se lembrarem das pessoas que sofreram…

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As marcas de tiro…

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e mais…

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E tome tiro!

Depois caminhamos na Andrássy útica, rua famosa de lá até que caímos na praça dos Herois, que eu não sei onde foi parar a foto boa dessa praça

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Foto tirada da net para vocês terem a visão certinha…

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No centro o monumento grande se chama Monumento do Milénio e ao redor tem as estátuas dos lideres das 7 tribos que fundaram a Hungria e outras personalidades importantes da história deles.

De lá ela nos levou numa área onde falou de onde surgiu os banhos termais e tal e de uma água com poder de cura que as pessoas tomam, que tem pessoas que estão tomando para curar o câncer e tal… ela foi e pagou pra agente uma caneca dessa água. A água era morna pra quente, fedia a esgoto, ela disse que apesar do cheiro ruim a água era própria pra consumo e tal… juro que tentei tomar a água toda mas a Caneca era muuuuito grande eu não estava com sede e com o mal cheiro estava impossível tomar. Enquanto a mulher estava la pagando eu e Carol estávamos sentadas no banco tomando nossa água fedorenta, Carol foi forte e tomou tudo, eu só tinha bebido metade do copo e tentava arrumar um jeito de me livrar do resto, parecia menina pequena… pensei em jogar no vaso de planta que estava ao meu lado, mas.. e se ela visse? Não ia pegar bem ne?? Tentei tomar mais um gole grande e quase boto pra fora a metade que tinha entrado! Deixa pra lá vou devolver o copo cheio mesmo.

Depois de sair de lá com o estômago embrulhado de tomar água de esgoto seguimos para Széchenyi quando já era noite. Nos despedimos da garota do tour e fomos conhecer o complexo.  Lá dentro existe área de lazer e tratamento, além de serviço de Spa e fisioterápico, mas o sucesso mesmo são os banhos termais. Quando digo termais entenda que são águas minerais quentes, variando entre 28-38 graus, é muito quentinho isso! Pra se ter noção quando vamos a praia e achamos a água quente ela fica em torno de 22 a 24 graus, sacou a diferença??

Essa água vem de lençóis d’agua debaixo da terra na região de Budapeste, e as águas são comprovadamente curativas e utilizada para relaxamento. A gente sai de lá revigorado, parece que descarrega todo o cansaço, não é a toa que os Hungaros após largar de seus trabalhos dão uma passadinha por lá, já que o complexo fecha relativamente tarde, por volta das 22hs.

Assim que agente entra tem um saguão enorme do lado fica a bilheteria e a frente quiosques vendendo toalhas, sandálias e tudo mais que você imaginar. Pegamos nossa entrada, nos entregaram uma pulseira que lembra um relógio e fomos pra sala dos armários para guardar nossas coisas. Após apanhar até conseguir abrir a porta do armário e descobrir pra que servia a pulseira fomos pra piscina externa.

 

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Vista das piscinas

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Sim isso é fumaça!

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Essa ai fava com 38 graus.

Nessa de 38 graus não se pode ficar muito tempo a pressão do seu corpo sobe muito o recomendado é 20 min, ai vc vai pra uma com temperatura menor e assim fica migrando de uma pra outra.

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Em cada área tinha uma placa informando a temperatura da água. Como era no inverno a temperatura da água estava em 34 graus

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Nessa piscina abaixo existem uns círculos separando as áreas, fomos lá pro último circulo e tinha um monte de gente sentada uma olhando pra cara da outra, sentei com carol lá pensando que iria acontecer alguma coisa… nada! Resolvemos sair, no circulo do meio tinha uma correnteza que te fazia girar em círculos, nessa área não tinha ninguém, resolvemos nos jogar ali e parecíamos 2 crianças se acabando de rir e rolar na água deixando a correnteza nos levar em círculos. Agente se divertiu tanto, brincou tanto que esquecemos que tinha gente ao redor olhando e rindo da cara da gente, mas ai não é que tooodo mundo eu disse todo mundo que estava sentados no outro circulo se jogou na correnteza também e virou uma bagunça geral todos brincando e rindo, parecia que estavam todos querendo ir pra la mas com vergonha e bastou eu e Carol ir que tomaram a iniciativa.  Foi muito divertido.

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E assim finalizamos nosso primeiro dia em BudaPeste. Revigorada e leve de tanto rir!

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Mochilão 17º Dia – BudaPeste (Parte 1)

A ida de Praga pra BudaPeste foi by trem, como era delicioso viajar de trem sem aquelas filas infernais, tensão do peso da mochila, tamanho da mochila chegar trocentas horas antes… e essa viagem tinha um gostinho especial era nessa viagem que dormiríamos no trem. Quando programei o mochilão tudo foi muito bem pensado, eu queria viagens de avião, de trem, dormidas em hotel, hostel, aeroporto e claro no trem também, caso contrário não teria graça!

Nosso trem partiria de Praga de 00:01 rumo a BudaPeste e a chegada era prevista 08:00, quando o trem encostou na estação a primeira coisa foi identificar o vagão que continha os dormitórios, o que foi uma luta, agente não achava, ponto negativo pra viagem de trem a noite, pouco ou quase nenhum funcionário pra te orientar. Andei o trem de ponta a ponta tentando achar alguém ou visualizar internamente a parte de dormitórios. Econtrei alguém la pelo fundo do trem perguntei onde era o meu vagão e mostrei meu ticket o cara mal olhou pra mim muito menos pro meu ticket e disse que era no segundo vagão, como ele me manda pro segundo vagão se nem viu o que mostrei?

Sai andado preocupada que já estava perto da meia noite e nada de eu entrar no trem, falei pra Carol que qualquer coisa agente entrava em qualquer vagão! Andamos até o segundo vagão entro nele e não acho dormitório algum, apenas acentos… vou andando internamente pulando de vagão por vagão por dentro do trem, Carol desce do trem, chega um momento que não consigo pular mais de vagão, não sei onde Carol está e o carinha lá fora começa a apitar pra informar que o trem vai partir.  Saio do vagão desesperada procurando por Carol, que está desesperada no lado de fora me procurando. O carinha do apito nos vê corremos até lá e mostro o ticket pra ele então ele manda entrar justamente no vagão que ele está, que era o segundo, mas que não fazia parte do segundo vagão que eu entrei (entenderam? Eu também não!)

Fomos as últimas a entrar no trem e ele partiu. Começamos a andar procurando nossa cabine, passando por várias outras vendo a galera se ajeitar… um senhor nos aborda, lembrava o Jaiminho do Chaves, mostro pra ele meu ticket e ele nos mostra a nossa cabine e disse que voltaria pra nos dá as instruções, fiquei me pergutando que instruções seriam essas já que basicamente só tinha a cama mesmo, era deitar e dormir! Procuramos o banheiro pra tomar um banho antes de deitar, a fila estava gigante parecia fila de banco… desisti, afinal de contas mochilão é dormir sem tomar banho também, deixa o banho pra de manhã antes de desembarcar!

Após entrar na nossa cabine e “explorar” o local ficamos um tempo conversando esperando o Jaiminho vir nos dá as tais instruções, olho o relógio já passava das 1:30 da manhã e nada do Jaiminho aparecer então resolvemos dormir, tranco a porta e durmo até que quando da 3hs da manhã o Jaiminho bate na nossa cabine, como fomos as últimas a embarcar também fomos as últimas a receber as instruções.

Com um olho aberto e outro fechado falando dormindo e quase acordado ele fala que a água na ponta da cama era nossa sem custo adicionar, eu já tinha aberto e tomado, nos mostra como tranca a porta por dentro sem que ninguém de fora possa abrir, coisa que eu também já tinha descoberto cutucando em tudo e que de manhã teríamos direito a um pequeno café da manhã e nos dá duas opções, nessa hora ele falou as opções literalmente dormindo tanto é que parou no meio da frase e fechou o segundo olho. Deu uma pena do jaiminho… falei alto primeira opção, ele acorda e sai dizendo ok ok ok eu tive quase certeza que ele não prestou atenção em mim! Depois disso dormimos! Já falei de mais deixa eu mostrar umas fotos da cabine!

 

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Essa foto é tirada da porta da cabine pra dentro. A cama de baixo ficou com Carol e a de cima comigo!

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Essa é de dentro para a porta. Sacou o aperto??? A cama de baixo e a de cima tinha tomadas ao lado.

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De frente pra camas tinha tipo um armário com 2 pontinhas que se abriam tipo um guarda roupa. Quando abria tinha um espelho, a pia, duas toalhinhas de rosto…

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E na outra porta 2 copos com água para enxágüe bucal

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E eu aqui dormindo quase acordada!

Por volta das 7hs da manhã o Jaiminho bate na nossa cabine perguntando qual opção agente queria pro café da manhã, eu sabiaaa que ele estava dormindo na hora que eu falei hauahuha! Levantei tomei um banho e voltei pra cabine pra esperar o café – Croissant com café com leite!
Já passava das 8hs e nada do trem parar ou se quer diminuir a velocidade… Chegamos na estão central de BudaPeste as 9hs, uma horinha de atraso. 

Após desembarcar peguei meu papel com o guia de como chegar no hostel, pega metrô, desce de metrô, pede informação, se perde, volta, acha a saída correta, anda anda acha a rua do hostel mas não acha o hostel, volta a rua toda e nada de hostel, até que finalmente agente para em frente  ao um prédio completamente em ruínas sério, sabe aqueles prédios tipo casarão, que parece que parou no meio da reforma? Era a entrada do hostel! Carol me olha preocupada… eu não sabia se ria da situação ou se ficava preocupada.

Dá uma olhada na situação do prédio… as fotos não estão muito boa porque bati do celular

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Olha a situação do prédio…

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As paredes internas do prédio…

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Eu não sei se algo mais funciona no prédio além do hostel, pela falta de vida nos andares eu creio que não…

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Quando Carol viu os vergalhões das paredes expostos assim, quase enfartou! Eu continuava sem saber como reagir…

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Aqui era o elevador… com porta de madeira! A gente entrava por um lado e saía por outro…

Após o susto da entrada do prédio chegamos no 1 andar… se tinha escada não a encontramos… o jeito era ir de elevador mesmo…imagina subir no elevador com porta de madeira e vergalhões a vista na parede….

Entrando no hostel tudo se iluminou, o hostel na verdade era uma casa, ou ex casa, a entrada seria a sala que agora que notei que não bati foto da sala… na própria sala tinha uma mesinha onde ficava a recepcionista, um sofá grande com tv e dvd, agravado a sala tinha a cozinha, pia, geladeira, fogão.. (maravilha, dava pra cozinhar!) e uma mesa de madeira que dava pra sentar umas 6 pessoas.

Pegamos um quarto com 5 camas mista, mas o hostel basicamente só tinha 2 quartos e pra chegar no segundo quarto você passava por dentro do primeiro. As camas… bem as camas prefiro mostrar nas fotos!

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As camas eram de Palete de Madeira Eram 3 camas e um beliche que ta no catinho da foto. Foi nele que eu e Carol ficamos!

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Onde dormimos! No catinho da cama tinha tipo um abajur individual assim você não ligava a luz central do quarto

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Esse era o primeiro quarto… agente passava por ele pra ir pro nosso!

Fora dos quartos tinha 2 banheiros…. apesar de simples eu gostei bastante e eram bem limpinhos! Após fazer o check-in e tirar umas duvidas e receber as orientações de fechar o hostel (Oi?) isso mesmo o hostel fechava a noite, eles não aceitavam check-in a noite e naquele dia especificamente a recepcionista iria sair as 4hs da tarde porque tinha uma festa pra ir! Juro que não me aguentei e rir na hora que ela nos falou isso. Depois que ela vai embora o hostel fica por conta dos hospedes em entrar e fechar a porta sempre, checar se desligou todas as luzes e tudo mais!

Depois disso tudo, nos organizamos pra sair e conhecer a cidade! Que vai ficar pro próximo post!

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Mochilão 15º e 16º Dia – Praga

Acordamos as 5:30 da manhã  pra pegar o trem rumo a Praga – Republica Tcheca. O trem saiu as 06:50 am e as 11:30 chegamos em Praga.
O trem era bem confortável e como estávamos morta de sono, nos arrumamos na cadeira, colocando a perna em cima da mochila e o pé na cadeira da frente. Apagamos até que… 2 policiais nos acorda, tomei aquele susto. Os dois ficam nos olhando e pede nossos passaportes, fica naquele de cara-crachá por um tempo até que nos devolve o passaporte e diz pra agente tirar o pé da cadeira. #vergonha!

Com o susto custei a dormir novamente e fiquei olhando a paisagem do trem que chegou a 300Km/h O.o

Chegamos em Praga e fomos procurar nosso hotel, cidade muito barata, um hotel 3 estrelas era um preço de um hostel. Com as diretrizes que eu tinha anotado quando saísse da estação de trem conseguimos chegar no hotel sem muitos problemas. Deixamos as mochilas e fomos procurar o escritório de transporte da Republica Tcheca, pois nosso próximo destino seria BudaPeste e o ticket de trem eu tinha que retirar na cidade de Praga. Pra não deixar de última hora e ter alguma bronca foi a primeira coisa que fomos fazer.

Depois de muito andar e já conhecer boa parte da cidade encontramos o escritório, pegamos nossas passagens e fomos procurar um lugar pra comer. O escritório ficava afastado da parte turística da cidade, mas mesmo assim consegui encontrar um restaurantezinho próximo as residências.  Entramos e pedimos o cardápio. As atendentes nos olhava com cara de assustadas parece que nunca tinham visto turista por aquela região. Eu olhava o cardápio e não entendia nada… pedi ajuda a garçonete e perguntei qual seria uma comida típica de lá e gostosa, ela me recomendou o Goulash! Não consigo definir o que é, só a carne, mas o resto não, mas mesmo assim era gostoso.

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Goulash

Deposi de bem alimentadas resolvemos voltar pra parte turística da cidade dessa vez parando e olhando com calma.

Quando fiz o roteiro eu pouco sabia de Praga, na verdade eu só sabia que lá tinha sido gravado uma cena do filme Missão Impossível XXX na qual o Tom Cruise pula de uma ponte, fora isso alguns relatos de pessoas que tinham ido e que tinham gostado da cidade. Como ela estava ali no meio entre Berlin e BudaPeste, porque não fazer uma paradinha né!

A cidade era pequena e os principais pontos eram perto um do outro, então eu deixei o roteiro livre. Estava fazendo muito frio por volta dos -2 o que desanimava bastante a caminhada, então fizemos as coisas com bastante calma!

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Castelo de Praga ao fundo

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Esculturas da Ponte

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Vista da Noite de Praga

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Perfeita!

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Ficamos mais um tempo olhando as lojas e tirando foto da noite até que resolvemos voltar pro hotel, o frio ja estava machucando, a fome e o sono bateram. Paramos num mercado próximo ao hotel compramos nossa comida e fomos pro hotel, tomar um banho quente e dormir.

No dia seguinte acordamos mais descansadas, mas o frio estava de rachar, fomos caminhando para o outro lado da cidade. Praga foi uma grata surpresa, cidade linda e aconchegante apesar do frio.

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Até que encontramos o famoso prédio Dançante.

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Eu e o prédio Dançante

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Mais uma

Com o frio que estava, difícil é alguém sentar ai fora!

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Um barco restaurante

Depois demos a volta e retornamos pra famosa ponte pra tirar foto com o céu claro e cinza. (Eu estava esperando uma baita chuva cair nesse momento)

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“Tira o casaco pra mostrar que existe roupa por baixo” Frase que rendeu boas gargalhadas entre eu e Carol

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Tá muito frio, me dá o casaco!

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Do alto do Castelo!

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E a noite chegou….

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E o frio continuou

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A praça, onde ficava algumas pessoas fazendo show, cantando e dançando!


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E aqui o famoso Cuco. Sabe o que é não? Seguinte, lá pertinho da praça que mostrei em cima tem uma famosa igreja que a cada hora inteira abre as portinhas e os 12 apóstolos aparecem e um cuco canta!  Quando você  passa por ai perto das horas inteiras é muito comum ver uma aglomeração de gente todo mundo olhando pra cima, esperando o Cuco, que na verdade é um galo, cantar!

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Foi meio decepcionante, eu esperava mais do Cuco. Mas foi divertido olhar pra cara do povo de cara pra cima esperando a portinha abrir!

Depois dai, ficamos passeando pela cidade e batendo mais fotos, a noite voltamos pro hotel pegamos nossa mochila e fomos rumo a estação central de trem, rumo a BudaPeste. Eu estava mega ansiosa esperando por essa viagem pois seria a viagem que dormiríamos no trem.

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A meia noite em ponto, nosso trem partiu rumo a BudaPeste! E praga deixou saudade e um gostinho de quero mais!

 

 

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Mochilão 14º Dia – Berlin

O último dia de Berlin foi bem tranquilo, já tinha visto quase tudo do roteiro, então acordamos não muito cedo, fui tomar banho e a agua estava gelada, desço de pijama e tudo na recepção, a mulher diz que vai mandar alguém lá olhar. Subo, espero espero e nada, troco de roupa, desço novamente, reclamo do chuveiro mais uma vez e vou tomar café ela diz que vai resolver enquanto eu tomo o café. Quando termino de comer volto lá e pergunto se ela resolveu ela se irrita comigo e acha ruim eu ta reclamando, oi? A outra garota toma a frente e me dá a chave de outro quarto pra eu tomar banho. Banho tomado e zilhões de roupas vestida, pois estava fazendo 1 grau.

O dia ia se resumir apenas ao Memorial do holocausto, fomos caminhando até o local brincando com a fumacinha que saia da boca quando se falava.

Chegamos nas lápides e procuramos o portal para a entrada do “museu”que ficava abaixo das lápides. O museu na verdade começa contando a história da perseguição da Alemanha com os judeus, recortes de jornais antigos, entrevistas e as fotos. Uma das fotos que me deixou mexida foi de um cara no trator retirando os corpos que foram mortos na câmera de gás.

Após essa primeira parte, entramos numa sala onde tinha cartas dos judeus escrevendo para seus parentes, a garganta deu um nó quando li a carta de uma menina de 7 anos para o pai dizendo que não entendia como eles estavam sendo tão maltratados, que se devia ter mais amor e que não sabia se veria ele novamente. Um senhor que estava do meu lado tb lendo a carta botou pra chorar eu sai de perto caso contrário chorava junto com ele.

O clima é pesado o ambiente é pesado apesar de ter ocorrido a tanto tempo você mergulha na história literalmente. Após passar por todas as salas do museu a saída te leva para o meio das lápides. Ficamos mais um tempo lá batendo fotos e depois fomos andar pela cidade mais um pouco.

Paramos pra comer, não me lembro o que e também não anotei, acho que não teve nada de importante ou diferente dessa vez rsrs e depois disso paramos numa loja de departamento que foi nossa perdição perfumes importados a 15 euros, shampoo bons a 2 euros. Ixi fizemos a festa. Depois paramos numa loja da Nivea, pois é, loja da Nivea, só produtos da nívea que nem se quer vende aqui no Brasil. O shampoo deles são muitos bons pena que não vende aqui!

Após isso voltamos pro hotel já a noite, lavamos roupa arrumamos a mochila e deixamos tudo pronto para as 5 da manhã partir rumo a Republica Tcheca.

Infelizmente dentro do museu não podia bater foto, então pra hoje só temos as fotos nas lápides!

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Mochilão 13º Dia – Berlin

Noss segundo dia em Berlin começa no prédio do Parlamento, esse aqui em baixo

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O Palácio Reichstag

Quando eu estava batendo foto na frente apareceu esse casal por trás de mim pra entrar na foto também!

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A visita no Parlamento é de graça porém você precisa antes agendar pela internet o dia e o horário que quer ir, para poder entrar na cúpula. Quando eu estava preparando o mochilão e fazendo o roteiro eu já tinha feito nossa inscrição, então bastava levar o papelzinho com a confirmação e pronto. Pra entrar tem bastante burocracia, raio X e tudo mais. O prédio por dentro é muito bonito e a atração principal mesmo é a cúpula no topo do prédio. Ela é toda em espiral e você tem uma vista de toda a cidade.

O centro da cúpula é toda espelhada…

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E em baixo dela é onde ocorre as reuniões do governo

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Também na entrada você pode pegar um audio guia em Português e cada vez que você se movimenta na cúpula ele vai falando o que ocorre e quais prédios dá pra se ver do lado de fora. Muito show!

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Depois da nossa saída do Paralmento, fomos caminhando pela cidade…Passamos na frente do portão novamente, dessa vez de dia

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Em frente ao portão tinha essas figuras ai em baixo, fazendo graça e tirando foto em troca de dinheiro

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Caminhamos mais um pouco e tiramos umas fotos

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Árvore com folhas amarelas eu já tinha visto, mas vermelha??? Foi novidade!

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Folhas toda vermelhinha, achei o máximo!!!

Depois de caminhar mais um pouco, encontramos a Catedral de Berlin!

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E a fome apertou, próximo da Catedral tinha um tio vendendo o famoso cachorro quente Alemão, pão com salsicha. Só que a salsicha é o dobro de tamanho do pão hahah! Esqueci de tirar foto do meu, mas peguei uma foto na net, era igual a esse aqui!

bratwurst o cahorro quente alemão

Pão, salsicha e mostarda!

Comemos ali na rua mesmo, estava uma delícia! Depois batemos mais umas fotos…

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Apesar do sol, estava bastante frio!

E resolvemos ir caminhando atrás do que sobrou do Muro!

Andamos muito, mas muito mesmo, nos perdemos (pra variar) pedimos informação pra quem não falava em inglês, foi na base da mímica mesmo e andamos mais um bocado. Até que finalmente encontramos o danado do muro.

Confesso que é bem estranha a sensação de presenciar algo tão de pertinho que fez milhares de pessoas sofrer. Eu imaginava que o muro fosse mais alto, mas até que não é tanto.  Hoje o muro está todo pintado com dizeres e mensagens em homenagem as mortos. Eu escolhi essa parte pra tirar foto!

 

 

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Depois disso voltamos caminhando pra casa, paramos no mercado fizemos nossa feira de comida, já que o hostel tinha cozinha e voltamos mortas como farofa pro hostel!

 

Desculpa a demora pra postar é que passei as ultimas 2 semanas viajando (é depois que começa pra parar é complicado hahaha)

Beijos pra quem passa por aqui!

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Mochilão 12º Dia – Berlin

Acordamos bem cedo ainda em bruxelas pra pegar o trem rumo a Berlin. O trem partia as 6 da manhã, e como estávamos coladas com a estação de trem chegamos faltando 15 min pro trem partir.

Como é bom viajar de trem, sem aquele stress de chegar 2hs antes no aeroporto, pesa bagagem, mede bagagem, despacha bagagem, afff não tem coisa melhor que trem!

As 6hs em ponto o trem partiu tirei um belo de um cochilo e as 13hs chegamos na estação central de Berlin.

Quando eu tava planejando o roteiro a principio tinha colocado 2 cidades da Alemanha, Berlin e Frankfurt, mas dessa forma Grécia ficaria de fora, em contra partida, teriamos acomodação em Frankfurt e um guia, já que o amigo de Carol morava lá. Pensei muito tentei de todas as formas deixar as duas cidades e mais a Grécia, mas não tinha jeito, o mochilão ia ficar muito longo e mais grana precisaria, alguém tinha que ficar de fora e quem ficou foi Frankfurt, eu não ia abrir mão de Grécia e entre Frankfurt e Berlin, optei pela história de Berlin!

Após sair da estação de trem, bastava olhar pro lado que se via o hostel, localização melhor não existia, acertei em cheio na escolha! O hostel de Berlin era da mesma rede do primeiro Hostel de Bruxelas, padrão hotel mais uma vez, esse mochilão tava mais pra uma viagem 5 estrela se fosse pensar nas acomodações que tivemos até agora!

Fizemos o check-in, pegamos um quarto para 4 pessoas e pasmem pagamos 10 euros por noite! Foi um dos hostel mais barato que paguei durante toda a viagem e de melhor qualidade, mas só podia entrar nos quartos apartir das 15hs então deixamos as mochilas no locker pegamos o mapa da cidade, que por sinal era muito bom, peguei meu roteiro e pedi pra recepcionista marcar os locais que eu queria ir. Como eu sabia que chegaria a tarde em Berlin, muita coisa não daria pra se ver nesse primeiro dia.

Nossa primeira parada foi o Mauerpark, ou parque do muro entradução livre. Antigamente essa área era conhecida como a “faixa da morte” ficava entre os dois muros com obstáculos, torres de observação e patrulhamento da Alemanha Oriental.

A linha azul era onde tinha o muro interno  que dava para o lado oriental, a linha vermelha era ode tinha o muro do lado ocidental, a faixa no meio era a “faixa da morte” e que hoje é o Mauerpark.

O motivo principal que eu queria ir lá era que aos domingos rolava um mercado de pulgas mega famoso, a recepcionista do hostel disse que ficava de 30 a 40 min andando então resolvemos da uma passadinha na estação do metrô pra da uma olhada nas opções de tickets pra rodar a cidade. Chego ao balcão e um cara com muita  mas muita má vontade sentado numa cadeira com o pé na outra nem se levanta pra me atender, de lá mesmo de onde tava pergunta o que quero, respondo com um boa tarde e só então pergunto quais opções de ticket ele tem ele vai e me pergunta pra quantos dias eu quero ¬¬ Se eu perguntei quais opções é pq eu não tinha definido pra quantos dias eu queria ora bolas. Responto pra ele que dependia do que ele tinha e dos preços, nesse momento meu sangue já estava subindo a cabeça detesto ser atendida mal. Ele com mais má vontade ainda me pergunta novamente pra quantos dias eu quero. Respondo pra ele TODOS, quero um de cada opção que você tem ai, quais os preços! KCT!

Ele fica um tempo me olhando com a maior cara feia e começa a falar bem rapido as opções que tinha e os preços, quando ele acaba eu pego um papel e uma caneta de propósito e mando ele repetir pois não tinha anotado. Vi sangue sair dos olhos dele nessa hora. Ele repete tudinho e eu finjo que tou anotando quando ele termina olho pra cara dele e digo que desistir de comprar e fui embora! Se é pra ser chata eu também sei ser!

Resolvemos ir andando, não tinha nenhuma opção de dias interessante pra se comprar e resolvemos que ir andando poderíamos conhecer melhor a cidade o único probleminha era que o mercado fechava as 17hs e  já era quase 15hs e como iriamos andando além de ser longe era provável que nos perderíamos e poderia não da tempo. Fomos assim mesmo!

Andamos muito, muito mais do que 40 min, nos perdemos um pouco apesar do mapa ser muito explicativo a cidade toda tava em obra então muitas ruas estavam interditadas então tivemos que mudar a rota o que fazia nos perder. No meio do caminho encontramos o Memorial do muro de
Berlin, parte do muro e várias informações do que ocorreu naquela época, bem legal, mas não bati foto! Foi mals!

Continuamos andando até que encontrei o tal mercado de pulgas. Confesso que eu não tinha noção do que era mercado de pulgas, a primeira vez que eu ouvi esse nome foi no jogo Megacity do Facebook que mandava eu construir um kkkkk. Mas quando montei o roteiro e encontrei sobre o Mauerpark descubro que esse mercado nada mais é do que um mercado de novos e usados, quinquilharias e o que você imaginar. Vimos de tudo, de roupa novas e usadas a esculturas feita a mão. Comprei uma calça estilo Aladin que eu queria faz tempo e nunca encontrava, paguei 10 euricos. Depois fomos pra área das comidas a fome a essa hora estava gritando, pegamos um caldo de alguma coisa lá, que parecia mais uma sopa, tomamos ali em pé mesmo no meio do mercado vendo toda a movimentação nessa hora eu e Carol paramos pra refletir quando nessa vida imaginaríamos ta em pleno domingo dentro de um mercado de pulgas famoso da Alemanha tomando sopa! Estava muito bom principalmente porque o frio tava punk e a sopa nos deu uma esquentada. Fiquei tentada de bater foto de dentro do mercado, mas eu já tinha lido que tinha todo tipo de gente lá dentro então fiquei com um pouco de medo de tirar minha máquina la no meio de centenas de pessoas! Saímos de lá quando fechou e voltamos caminhando pra casa, bote mais de 1h caminhando pra ir e mais de 1h caminhando pra voltar.

No meio do caminho paramos no mercado e compramos comida pra lanchar no hostel, esse era bom porque tinha uma cozinha a parte pra quem quisesse cozinhar. O de Bruxelas a pesar de ser da mesma rede não tinha.

Tomamos banho, comemos e fomos passar agora pelo outro lado da cidade onde tinha o Portão de Brandenburgo, o cartão postal mais famoso de Berlin!

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O portão visto a noite

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Ele tava com esse X ai porque tava ocorrendo um evento na praça

 

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O Parlamento bem próximo do portão! Seria nossa visita amanhã!

 

Ficamos um tempo pela redondeza do portão passeamos um pouco mais pela cidade, que impressionou pela sua limpeza e organização mesmo em obra tudo era bem sinalizado e organizado e as pessoas bem educadas. Acreditem estava eu e Carol junto com outras pessoas esperando pra atravessar a rua, por um momento parou de passar carros a rua estava 100% deserta mas ninguém atravessou até o sinal fechar, mesmo não vindo carro algum!

Voltamos pro hostel a noite estava muito fria, o quarto até então só tava pra mim e Carol, mas durante a noite chegou 2 rapazes, pelo menos foram silenciosos e organizados!

Hora de dormir pra começar bem o próximo dia!

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